terça-feira, 24 de novembro de 2009
Concurso: Seja Jornalista por um dia!
Durante o mês de setembro os alunos da Escola de Ensino Fundamental João Alberto Schmid participaram do concurso “Seja Jornalista por um Dia”. A turma do 3º ano da professora Franciane de Souza Beppler, também participou. O aluno Joel Ilmo Haintz foi selecionado com sua redação falando sobre o tema Meio Ambiente.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009
DIA 31 DE OUTUBRO - DIA DO HALLOWEEN

A HISTÓRIA E ORIGEM DO "HALLOWEEN"
01 NOVEMBRO - DIA DE COMEMORAR O "VELHO" ANO NOVO E O INVERNO EUROPEU
Quando você pensa em "Halloween", o que vem em sua mente?
Doces ou Travessuras? Provavelmente vem em sua mente um costume dos americanos com crianças se divertindo com "doces ou travessuras", adultos com fantasias de bruxas, fantasmas, caveiras e máscaras assustadoras representado os mortos e claro as tradicionais abóboras. Mas perguntamos se você conhece a conexão do Cristianismo com este dia sagrado?As origens do "Halloween" vem de antigas tribos Celtas que viviam na Irlanda, Escócia e etc. Para os Celtas o dia 1º de novembro marcava o início do Ano Novo e a chegada do inverno. Na passagem do Ano Novo eles celebravam o festival de "Samhain", o Lorde da Morte.
Nesta comemoração os Celtas acreditavam que as almas dos seus entes queridos mortos, vagavam por todo o ambiente, incluindo também os fantasmas, bruxas. A fim de espantar os espíritos considerados maus eles usavam mascaras, faziam pequenas fogueiras e esculpiam o nabo (naquela época utilizavam o nabo no lugar da abóbora) colocando no mesmo uma chama.
Quando os Romanos conquistaram os Celtas eles assimilaram o festival de Samhain, adaptaram a sua cultura e dentre diversas mudanças, uma em especial foi que passaram a tomar cidra neste dia, tradição esta que pode nos parecer familiar pois em nossa passagem de ano é tradição também tomar cidra.
Em 835 o Papa Gregório IV transformou a celebração de Samhain para a comemoração do dia de todos os Mártires e mais tarde para o dia de Todos os Santos, que naquela época era comemorada no dia 13 de maio e passou para 1º de novembro. A noite anterior 31 de outubro ficou então conhecida como "All Hallow´s Even" ou "holy evening" eventualmente a palavra foi encurtada para "Halloween" (Hallow=Santificar)
No dia 2 de novembro a Igreja celebrava o Dia de Todos os Santos com o propósito de lembrar os mortos, orando pelos mesmos a fim de ajudá-los em caso de estarem cumprindo alguma expiação no purgatório. Muitos destes costumes são agora associados ao "Halloween" como por exemplo podemos citar o costume de ir de porta em porta pedindo doces (comida) era praticado na Irlanda centenas de anos atrás e para os que davam a promessa de prosperidade era oferecida e para os que não davam a má sorte iria perseguí-los.Em 1800 um grupo de imigrantes Irlandeses que foram para os Estados Unidos, levaram com eles o tradicional "doces ou travessuras" do Inglês "trick-or-treating" e também o hábito de esculpir a abóbora que originalmente era esculpido em um nabo, mas quando os Irlandeses descobriram a abóbora passaram a usá-la por ser melhor.
No Brasil nos últimos anos o hábito de crianças irem de porta em porta pedindo "doces ou travessuras" vem mostrando uma tendência que esta tradição também vai se enraizar no Brasil. Nos Estados Unidos as crianças também pedem dinheiro que é levado para ONGs que distribuem alimentos para crianças pobres. Já o costume de esculpir a abóbora no Brasil se restringe em alguns locais que promovem reuniões e festas de comemoração do "Halloween". Nos Estados Unidos quase todas as residências tem uma abóbora esculpida colocada na varanda para comemorar o dia 31 de outubro, e serve para espantar os maus espíritos que possam estar vagando como alma traiçoeira.
Podemos dizer que desejar "FELIZ HALLOWEEN" é desejar que você fique livre dos maus espiritos que possam interferir no seu dia dia.
PORTANTO... FELIZ HALLOWEEN
Para quebrar a idéia de maldade a professora Franciane trabalhou esse conteúdo na sala de aula, a turma da 4ª série e 3º ano escreveram histórias onde a bruxa faz o bem.
A BRUXINHA QUE ADORA FAZER O BEM
Era uma vez, uma bruxinha chamada Karina, ela estava pensando em fazer alguma coisa, mas estava cansada de fazer o mal. Decidiu fazer o bem!
Então saiu de casa e foi para o centro da cidade, quando viu um homem morando debaixo de uma ponte, e foi falar com o homem.
Perguntou ao homem, qual é o seu nome? Ele respondeu:
- O meu nome é Chico.
Ela perguntou novamente:
- Qual é o seu sonho?
- É ter uma casa e ter um pouco de dinheiro para sustentar a minha família!
A bruxinha disse:
- Abra cadabra, abra cadabra!
E assim, Chico conseguiu realizar seu sonho de ter uma casa para ele e conseguiu sustentar sua família.
Então a bruxinha Karina tornou-se a bruxinha mais bondosa do Brasil e da cidade.
Aluno: Filipi Leoncio da Silva, 3º ano.
DUAS BRUXAS SEM MALDADE
Em um dia, Bruxonilda e Xai sua irmã estavam em sua fazenda, quando viram uma caverna, que tremia quando entraram sapos, morcegos e aranhas que estavam brigando. Xai gritou:
- Parem de brigar agora!
Todos pararam e um morcego gritou:
- Corram, bruxas, socorro!!!
Bruxonilda disse:
- Não, eu e minha irmã somos boazinhas, nós não fazemos maldades e nem feitiços.
- Difícil de acreditar! Falaram as aranhas.
Xai perguntou:
- Vocês não acreditam?
- Não!
- Então vou provar!
Disse Bruxonilda:
- Se não acreditam vou provar! E organizou em palavras uma linda festa de Halloween.
Todos ficaram impressionados com o que viram.
Xai falou:
- Então, agora acreditam?
- Sim! Responderam.
Bruxonilda disse:
- Só falta uma coisa: as fantasias!
Todos se fantasiaram e uma linda festa aconteceu.
Aluna: Alexandra Soares, 4ª série.
Alunos da professora Franciane e Adenira, queimando as coisas ruins que existem no mundo e os pedidos de coisas boas:
Textos de alguns alunos.
Alunos do 1ºano. Professora: Adenira Montibeller.
Para conhecer convencionalmente as idéias visuais e escrita de uma criança construídas até aquele momento, produziu-se um texto, partindo da visualização de uma figura.
O GALO
O galo sempre canta bem alto, e quando ele canta eu acordo e coloco o travesseiro na cara dele.
Ele tem penas bonitas. Ele canta bem bonito.
Ai! Mas ele canta.
Aluna: Jéssica
MEU CACHORRO
O meu cachorro corre, corre e late, late.
Ele é bonzinho e carinhoso.
O meu cachorro come ração, tem um pelo bonito. Nós brincamos de bola.
O meu cachorro é muito esperto!
Aluno: Julio.
POETIZANDO
Professora: Marciani Petry Voltolini.
Escrever em linguagem poética, com rimas...Produzir um poema com tema livre, com quatro quartetos ( quatro estrofes, com quatro versos cada um).
A aluna Beatriz da 8ª série uniu todos esses elementos e produziu um belo poema.
UM MUNDO MELHOR
Tenho em minha mente
Uma grande lembrança
Vejo o mundo diferente
Sem ódio nem ignorância
Queremos um mundo melhor
Sem violência, nem poluição
Impedindo que fique pior
Interferindo na educação
Queremos o mundo transformado
Com pessoas conscientes
Que para ter o mundo modificado
Precisamos pensar na gente
Devemos ter na consciência
Que para salvar o mundo inteiro
Temos que pensar nas conseqüências
E salvar as pessoas primeiros.
Aluna: Beatriz Nadini Schafer, 8ª série.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
HOMENAGEM A TODOS OS PROFESSORES!

As bolas de papel na cabeça,
Os inúmeros diários para se corrigir,
As críticas, as noites mal dormidas...
Tudo isso não foi o suficiente
Para te fazer desistir do teu maior sonho:
Tornar possíveis os sonhos do mundo.
Que bom que esta tua vocação
Tem despertado a vocação de muitos.
Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,
Quando em seu dia-a-dia
Tantas dificuldades acontecem.
A rotina é dura, mas você ainda persiste.
Teu mundo é alegre, pois você
Consegue olhar os olhos de todos os outros
E fazê-los felizes também.
Você é feliz, pois na tua matemática de vida,
Dividir é sempre a melhor solução.
Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida
O teu coração a cada dia,
Dando-te tanto prazer em ensinar.
Homenagens, frases poéticas,
Certamente farão parte do seu dia a dia,
E quero de forma especial, relembrar
A pessoa maravilhosa que você é
E a importância daquilo do seu ofício.
É por isto que você merece esta homenagem
Hoje e sempre, por aquilo que você é
E por aquilo que você faz.
Felicidades !!!
A ESCOLA JOÃO ALBERTO SCHMID PARABENIZA A TODOS OS PROFESSORES PELO SEU DIA!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Viagem ao Beto Carrero
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Independência do Brasil -História
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, se desenhou muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista econômico, essa medida pôde ser vista como um primeiro “grito de independência” onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites. Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembléia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que o mesmo legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político. Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembléia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
FANFARRAS JOÃO ALBERTO SCHMID, CACILDA GUIMARÃES E PROFESSOR RODOLFO FINK

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista econômico, essa medida pôde ser vista como um primeiro “grito de independência” onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites. Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembléia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que o mesmo legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político. Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembléia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
FANFARRAS JOÃO ALBERTO SCHMID, CACILDA GUIMARÃES E PROFESSOR RODOLFO FINK

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